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" Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. "

Tentou por vezes ingerir o gosto amargo da mudança e o doce da esperança. Por vezes também, bebeu da virada, embriagou-se do amargo vinho vermelho do sangue, que derramado por sonhos de dragões e reis, foram tirados de inocentes fiéis.
Uma das vezes tentara visualizar um futuro brando, longe dos perigos e medos que estavam atrás dela. Temia que se confundisse, e por sono, caiu em tentação do pensamento abusivo das palavras intensas e pesadas. O fardo era grande, mas decidiu carregá-lo, lutou contra as sombras de outros tantos sonhos, e podendo voar, buscou o infinito através dos céus.
Não entendo, mas dizendo que o fez, buscou fechar teus olhos e me deixou. A paz reinaria no amanhecer de novos ares, na clareza de que estivessem no mesmo local. Continuava temendo, aquelas palavras a surpreenderam mais do que a carta e a devoção.
Os pés já não aguentavam mais, a cabeça esteve quente e o coração, vazio. O eco era seu companheiro. Mas estávamos no beco errado. Deparou com a escolha mais uma vez. E pondo-se novamente a risco, dedicou o tempo a fazer o certo. O coração derramava lágrimas tentando lhe dizer que te queria. Derramava tentando esquecer o que a feria.
Aqueles dragões arrancaram o sorriso. E as sombras levaram a preocupação por apenas ser.
Volte. Só dizia para se expressar.
O coração partido, dividido em partes que ninguém sabe. Jogados em reinos que ninguém conheceu.
A imensidão da realidade e ficção em segundos antes do suspiro. Você sempre soube mas sempre perdeu. E perdidos de vez, outra vez. Afundou-o no oceano ilusório da escuridão da alma. O sentido foi arrancado do peito sem piedade. Ele matou o amor antes que ele o matasse.

Suelem Fernandes

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E tempo a tempo, pagina em pagina, as historias, e as memórias. A vida se permanece, entristece, e amadurece. Criadas as futuras margens do esquecimento, o fato persiste em agarrar firmemente os cabelos longos. A imensidão da razão e da circunstância, o resultado infiel de criticas destruidoras e alicerces firmes que acabam de estremecer. Um tremor abaixo da terra, e raios assustadores nos céus, olhos entre abertos entre a realidade e a ilusão. Frieza e brisas fortes. Notam-se sonhos a base de informações desgastantes e persistentes. Um universo inteiro sobre a atração de corpos que não se misturam. O tempo e espaço que não se deslocam. E as estrelas, a mudança, a percepção de nunca se locomoverem de forma diferente. Anos e décadas. E os sonhos perseguirão qualquer cabeça pronta para rolar. Aquele mistério poderia ter sido resolvido, mas o tempo acabou. Olhos abertos. Pés no chão. A realidade paralela entre o céu e o inferno. O bem e o mau. Nós e nós mesmos.

Suelem Fernandes

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A message from Chris at Lollapalooza 2014 (x)

(Source: magical-muser, via jamielovesmuse)

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Eu desenhei o tempo, e não quis esperar que ele chegasse. Abri a janela e deixei que todo o ar e energia passassem. Desenhei asas douradas e com sombras mantive a escuridão por perto. Abri as portas e deixei a poeira sair. Bati os panos, arrumei a cama. Brinquei com toda a alegria do sol nascendo atrás das casinhas do horizonte. Mostrei a elas, e com cada sorriso, marquei os pontos nos céus, e das nuvens, se criaram o azul.

As estrelas não estiveram, e o dia se manteve, o tom verde era intacto de folhas que caiam ao redor, a sintonia. Aquele sorriso entre as pessoas que eu nem olhei. O olhar, os passos dados nas madrugadas para trocar de cama. O calor. E então as nuvens tornaram-se parte do desenho. O azul brando e vazado por nuvens da cor da pele. Incrivelmente doloridas.

Seu pedido, e toda aquela gente na rua, o bar, aquela sensação de ter feito errado, e assim levado ao beco. As espumas e toda a alegria dividida. Rosas. E a amizade criada através da sua vontade de me fazer feliz. Ninguém soube dizer, mas eu cantei para você, e você soube que era ruim, mas adorou a atitude. Ninguém notaria diferente. Mas a gente.

A gente tem feito desenhos no meio do nada, e nada no meio das noites. Ontem foi um dia desses, onde a saudade bateu. Hoje aconteceu novamente. O que será daqueles que dependem do amor? Mas o que será do amor se depender de nós? Revelo- te, e entrego.

Os dias, os traços, e nossos abraços.  

Tudo o que eu sou.

Suelem Fernandes

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