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thecatdogblog:

Nine years ago, Japanese photographer Miyoko Ihara began snapping pictures of the relationship between her grandmother and her odd-eyed white cat. Miyoko’s grandma Misao found the abandoned cat in a shed on her land and the pair have barely been apart since. Misao named the white cat “Fukumaru” in hope the “God of fuku (good fortune) comes and everything will be smoothed over like maru (circle)”. Fukumaru is always in Misao’s shadow whether she is farming her land, having a bath, eating or sleeping. Now nearly a decade later their friendship and adventures have been documented by Miyoko in a photo book called Misao the Big Mama and Fukumaru the Cat.

from the Telegraph

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Pego pelos nossos sonhos, e o amanhecer de um único sol feito de chamas. Esvaziaram nossas mentes com palavras frias, e quebraram as almas com desconhecimento. Um dia a mais, e era tarde. Os dias acabaram esvaziando como areias em ampulhetas pequenas. Desejávamos-nos a cura, e ninguém obteve a real, nada, e apenas o silencio.

Fácil, e os becos se fecharam ainda mais. Muito e muito. Acabara sendo difícil. De todas às vezes e menos aquela, e a verdade esteve aqui. Beberam da capacidade, e menos da personalidade. Estive batendo em portas, e fechando janelas. E dando de cara, de costas às vezes em que estive certa. Não entendes o mal, e não quer olhar a tua face. Eles querem de volta, olham em volta. E nada diretamente. Não em confronto. Perderam o controle. Em frente, só em frente, seguindo.

Nunca será, para sempre. E tudo o que ela cantou na janela próxima fez sentido. - Ela perdeu a cabeça – dizia. Como? Aquele sol queimava só de pensar. E as sombras eram obscuras até para se manter em pé. Sofrendo, abraçando. Pergunte-me. Deixe a noite se aproximar.

Isto acabou. Bem vindo ao novo. Filmes e diamantes que ninguém imaginava.

Nós não nos importamos. Nunca seremos uns dos outros. Mas poderemos nos chamar de nossos.

- Deixe-me viver esta fantasia. –  não me resta sonhar.

Suelem Fernandes

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" And now I know the truth… That anything could happen. "

fer1972:

Photomanipulations by Thomas Barbéy

(via wendykiller)

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" Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. "

Tentou por vezes ingerir o gosto amargo da mudança e o doce da esperança. Por vezes também, bebeu da virada, embriagou-se do amargo vinho vermelho do sangue, que derramado por sonhos de dragões e reis, foram tirados de inocentes fiéis.
Uma das vezes tentara visualizar um futuro brando, longe dos perigos e medos que estavam atrás dela. Temia que se confundisse, e por sono, caiu em tentação do pensamento abusivo das palavras intensas e pesadas. O fardo era grande, mas decidiu carregá-lo, lutou contra as sombras de outros tantos sonhos, e podendo voar, buscou o infinito através dos céus.
Não entendo, mas dizendo que o fez, buscou fechar teus olhos e me deixou. A paz reinaria no amanhecer de novos ares, na clareza de que estivessem no mesmo local. Continuava temendo, aquelas palavras a surpreenderam mais do que a carta e a devoção.
Os pés já não aguentavam mais, a cabeça esteve quente e o coração, vazio. O eco era seu companheiro. Mas estávamos no beco errado. Deparou com a escolha mais uma vez. E pondo-se novamente a risco, dedicou o tempo a fazer o certo. O coração derramava lágrimas tentando lhe dizer que te queria. Derramava tentando esquecer o que a feria.
Aqueles dragões arrancaram o sorriso. E as sombras levaram a preocupação por apenas ser.
Volte. Só dizia para se expressar.
O coração partido, dividido em partes que ninguém sabe. Jogados em reinos que ninguém conheceu.
A imensidão da realidade e ficção em segundos antes do suspiro. Você sempre soube mas sempre perdeu. E perdidos de vez, outra vez. Afundou-o no oceano ilusório da escuridão da alma. O sentido foi arrancado do peito sem piedade. Ele matou o amor antes que ele o matasse.

Suelem Fernandes

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