me Nothing Happens by Chance.

The messy writing.

Sabe?

Já imaginou a quantidade de vezes que desejou aquele sorriso hoje? A esperança de que ele apareceria de repente em sua porta? Sabe o desejo insaciável do sabor, do prazer em ouvir suspirar?

As inúmeras vezes que sem perceber se pegou sorrindo junto, as inúmeras vezes que não precisou de cócegas para sentir o que é felicidade. Sabe?

Todo aquele sentimento escondido, todo aquele carinho que se transforma mil vezes quando quer fazer. Todo o tempo do mundo, e a vontade de não fazer nada em um quarto só nosso.
A contagem de dias que virão para nos deixar mais próximos. A desvantagem da demora.

Sabe aquele dia em que olhamos para as estrelas, e elas sorriram para nós como se pudessem nos enxergar?
Sabe essa sensação intrigante, pulsante, hilariante, aconchegante, constante, que sentimos quando nos vemos?
Sabe toda a euforia para que o tempo distante passe para o tempo junto chegar?

Sabe?

Todo o amor que tenho, e todo amor que lhe dedico.
Toda a vida que quero passar ao teu lado, todo o tempo que quero perder contigo.
Tudo o que quero, tudo em você.

Sabe o que sinto?
Sabe?

Então multiplique, e de resultado em resultado, continue multiplicando.
E entenda que:

Aquelas estrelas que sorriem para nós, estão multiplicadas assim como o amor que sinto por você.

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05.17.12

Vozes…

Até onde você iria sem que seu coração oscilasse com medo, palpitasse em desespero?
Até onde o chão existiria, até onde?

A vida que passou já não passa mais, a vida que vem chega sem pressa e rapidamente se vai.
A vida que está por vir talvez não seja o que esperamos, talvez seja péssima ou talvez melhor do que imaginamos.
“Até onde?”

O sabor que você deixou me faz falta, o desejo de ir atrás não me deixa dormir.
Não há paz.
O insaciável parece não ter tato, mas é possível senti-lo nos dedos.

Talvez, mas até onde?

A vida surpreendente de indivíduos sem rumo, vivendo hoje para um possível amanhã.
“Até onde?”
Submetemo-nos a aguentar tanta coisa, e percebemos aguentar mais do que aquele simples beijo que te roubaram.
Pensamos estar em caos, e o interior já não suporta mais dor.

O silêncio.
“Até quando?”

Talvez.

*Respira – continua.

Até quando vamos nos permitir cair, ate quando vão se permitir?
Eu parei – Não irei mais cair.
“Até quando?” – Até eu decidir.

Derrubarei, enfrentarei, olharei para você até que meus dias terminem, até que o amor se apague. E as luzes do exterior se acendam.
Até lá. – até onde poderemos nos encontrar.

“Como? Quando? “ 
Ah, o quando… O tempo premeditado que vivemos esperando acontecer, o tempo que não esperam.

Como olhar para olhos belos, como não ver tal beleza.
Vamos nos encarar, e ver que a realidade dos fatos está bem a nossa frente.

“Eu te amo.”

Nossos caminhos estão dispostos a se cruzar.
Sentamo-nos no mesmo trilho, atravessamos as mesmas ruas.
Vamos olhar também para os lados, e nos permitir cautela.

E quando sentarmos, descansaremos nossos pés.
Abraçarmo-nos, veremos o sol nascer, se pôr.
Viveremos como se fosse o ultimo momento.
E sorriremos.

“Até quando? “
Até que o infinito chegue.

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05.13.12

Voltaria no tempo, naquele abraço apertado, e desejaria tê-lo mais.
Voltaria para casa sem pressa, e te ligaria mais cedo.
Voltaria atrás quando me pedisse um beijo, e não tivesse mais tempo para corresponder.
Voltaria o relógio para aproveitar cada minuto com você.

Voltaria e faria algo mais acontecer.
Voltaria e te deixaria mais louca.
Voltaria e ainda sim te conheceria desde sempre.

As voltas em que me perdi as indecisões que lhe tomaram de mim, estão todas aqui.
E em círculos, permanecem.

Voltaria e não mudaria nada.
Voltaria e mudaria tudo.

Mas no fim do dia, no fim de cada noite.
Eu não peço para voltar…

Peço somente para ir… Ir até você.

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1 05.07.12

Ânimo.

Não desanimes. Persiste mais um tanto.
Não cultives o pessimismo.
Centraliza-te no bem a fazer.
Esquece as sugestões do medo destrutivo.
Segue adiante, mesmo varando
a sombra dos próprios erros.
Avança ainda que seja por entre lágrimas.
Trabalha constantemente. Edifica sempre.
Não consintas que o gelo do desencanto
te entorpeça o coração.
Não te impressiones à dificuldade.
Convence-te de que a vitória espiritual
é construção para o dia a dia.
Não desistas da paciência.
Não creias em realização sem esforço.
Silêncio para a injúria.
Ouvido para o mal.
Perdão às ofensas.
Recorda que os agressores são doentes.
Não permitas que os irmãos desequilibrados te
destruam o trabalho ou te apaguem a esperança.
Não menosprezes o dever que a consciência
te impõe. Se te enganaste em algum trecho
do caminho, Reajusta a própria visão e
procura o rumo certo.
Não contes vantagens nem fracassos.
Estuda buscando aprender.
Não se voltes contra ninguém.
Não dramatizes provações ou problemas.
Conserva o hábito da oração para que
se te faça luz na vida íntima.
Resguarda-te em Deus e persevera no trabalho
que Deus te confiou.
Ama sempre, fazendo pelos outros
o melhor que possas realizar.
Age auxiliando. Serve sem apego.
E assim vencerás.

Francisco Cândido Xavier

1 05.04.12
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05.02.12
Vem e vai.
Seja o que me traz; o que me leva.Vá embora, volte depois.Seja breve, seja brusca.
Vá, seja o que quiser lá fora.Não demora, volte cedo.Seja breve, rápida.
E não volte mais, vá de uma vez.

Vem e vai.

Seja o que me traz; o que me leva.
Vá embora, volte depois.
Seja breve, seja brusca.

Vá, seja o que quiser lá fora.
Não demora, volte cedo.
Seja breve, rápida.

E não volte mais, vá de uma vez.

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05.02.12
“Quando crianças, sempre queremos que tudo continue o mesmo:O mesmo professor, a mesma casa, os mesmos amigos.Cirurgiões não pensam diferente.Nós nos acostumamos com os mesmos orientadores, com as mesmas enfermeiras,com o mesmo hospital.Claro que tudo isso muda assim que o quinto ano termina.E quando precisamos arrumar um novo emprego.
É uma daquelas coisas que as pessoas dizem:Você não pode seguir em frente, até esquecer o passado.
Esquecer é a parte fácil.Seguir em frente é que dói.Então, às vezes nós lutamos tentando manter as peças no lugar.
As coisas não podem permanecer as mesmas.Em algum momento você tem que esquecer.E seguir em frente.
Porque não importa o quão doloroso seja,é a única forma de crescermos.”
Grey’s Anatomy S08E20

“Quando crianças, sempre queremos que tudo continue o mesmo:
O mesmo professor, a mesma casa, os mesmos amigos.
Cirurgiões não pensam diferente.
Nós nos acostumamos com os mesmos orientadores, com as mesmas enfermeiras,
com o mesmo hospital.
Claro que tudo isso muda assim que o quinto ano termina.
E quando precisamos arrumar um novo emprego.

É uma daquelas coisas que as pessoas dizem:
Você não pode seguir em frente, até esquecer o passado.

Esquecer é a parte fácil.
Seguir em frente é que dói.
Então, às vezes nós lutamos tentando manter as peças no lugar.

As coisas não podem permanecer as mesmas.
Em algum momento você tem que esquecer.
E seguir em frente.

Porque não importa o quão doloroso seja,
é a única forma de crescermos.”

Grey’s Anatomy S08E20

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1 04.24.12

Do tipo que se coloca para frente, ou sem autoestima, se coloca para baixo.
Sem direções estaremos perdidos.
Talvez se falasse mais, e deixasse para falar menos.
As coisas que nem sempre esperamos, mas que esperamos que aconteça.
O dia em que mudaremos, e de mudanças não viveremos.

Talvez se olhasse mais, e fechasse mais os olhos.
Como crescer sem espaço, onde tudo foi para o espaço.
Acabaram-se as chances, e todos a pegaram.
O que fazer? Fazer o que.
Vamos viver, e esperar que o tempo mude lá fora.

Vamos escrever, e esperar que alguém leia.
Vamos nos divertir, e divertir quem quiser também.
Vamos chorar, e enxugar lágrimas.
Vamos gritar, e silenciar meio ao desespero.
Vamos olhar para dentro, enquanto os outros não enxergam.

Talvez se ouvisse mais, e tampasse os ouvidos.
Preparar-se para o absurdo, e que a fé não seja absurda.
Foram-se os dias, e não aproveitamos os minutos.
Foram-se os anos, e não aproveitamos os segundos.
Que tipo de pessoa somos? Para onde iremos?
E se parássemos de nos questionar?
Sim. Então pararemos.

Talvez se vivesse mais, e abrisse todos os meus sentidos, inclusive o ser interior.
Talvez tudo mude, talvez mudou, talvez mudará.

Talvez se eu tentar mais.
Se eu tentar mais.
Eu tentar mais.
TENTAR MAIS.

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04.24.12

Pelos tons baixos que me encanto, ou pela pele macia que acaricio. Pela sintonia destes corpos, pela malicia de tua boca. Por ventos inesperados, por beijos demorados.
Estamos sob efeito algum. Dentre carinhos entre abraços. O ventre da bela menina.

Pelos cantos e desencantos, ou nele nem estamos. Pelos momentos que torcemos por pausa imediata.
Ah, como seria.
Estamos rápido demais.
Ah, a pressa.
Ah, como eu queria.
A boca da desejada amada.

Tens gosto, tens véu, tens aquilo que preciso.
Ah, pelas vidas revividas.
O que fazer, como saber?
Pelo seu corpo, o deslize.

O constante, a perdição.
Acabo-me, encerro-me.

Por mim até você.
Pela alma até o ser.

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04.24.12
<3

<3

04.24.12