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Perfume: The story of a murderer (2006)

" … então eu só precisei daquele suspiro pela manhã! "

Comecei a escrever um livro, parei, estive por suas linhas percorrendo a fim de continuá-lo, mas tudo mudou. Depois de meses e dias em silencio, talvez as coordenadas tivessem criado um meio para um inteiro. Então reavaliei a emoção ao formatar a introdução. Seu primeiro capitulo resumia-se em amor. E foi aí que percebi que nada do que tenha feito estaria errado, corrigi então. E então seria sobre amores. E descartei o fato de tudo ser concreto e posto em um só lugar. Todas elas estiveram lá, e a principal agora se tornou secundaria, como transformar alguém então em superior? Pois bem, o guardei, e decidi escrevê-lo novamente no próximo verão. E assim por diante, os amores aconteceram todos nesta época do ano. E talvez ele reacenda de novas maneiras na próxima temporada. Meu personagem é o único que manterá a historia viva, e suas características jamais mudarão, e ainda sim, nunca mais serão as mesmas (…)

Suelem Fernandes

Fazia tempo entre o momento e o pensamento. Entre as vidas que separaram e as notícias que nos deram. E das ruas as vezes, e dos passos os novos. Criando tudo e qualquer outro meio de sobrevivência. As histórias mudaram, se dedicaram a outros nomes e termos, e renovaram-se, das lembranças às esperanças.
Tudo teria outro efeito, e não teria discado desta vez. O amadurecimento de fatos escondidos dentre meus olhos e coração. A certeza a minha frente, e o amor em minha mão. Eu não pensei, não até deitar minha cabeça na escuridão; pensamentos e toda vez que me deparo com o porque ignorado. Só disse adeus, não soube lidar com o presente, e muito menos com presenças. E foi-se viver.
Pois então que se diga, mas que a inverdade tenha face, e ninguém pôde olhar. Fechados para o sorriso, e toda aquela vez que sustentou a mão. O amarelo supunha a dúvida. O marrom a decepção. Mas ninguém quis dizer de preto, as vezes de sua perdição. Era nulo, e então chegou-se a conclusão; estava liberto, e ninguém mudaria tua decisão (…)

Suelem Fernandes

"

225 dias sob a grama
e você sabe mais do que eu.

há muito eles tiraram seu sangue,
você é um galho seco numa cesta.

é assim que funciona?

nesse quarto
as horas de amor ainda fazem sombras.

quando você partiu
você levou quase
tudo.

eu me ajoelho à noite
diante de tigres
que não me deixarão em paz.

o que você foi
não vai acontecer de novo.

os tigres me encontraram
e eu não me importo mais.

"
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PAIXÃÃÃÃÃO!

Não acredito que esse ponto tenha sido dado sem nó, mas foi uma oportunidade…melhor aproveitar.

Se lembra ?

"…o teu cheiro forte e lento
fez casa nos meus braços e ainda leve,
forte, cego e tenso, fez saber
que ainda era muito e muito pouco…

faço nosso o meu segredo mais sincero
e desafio o instinto dissonante.
e o teu momento passa a ser o meu instante.
e o teu medo de ter medo de ter medo
não faz da minha força confusão.
teu corpo é meu espelho e em ti navego
e eu sei que a tua correnteza não tem direção…”

Eu amo você <3
escreveu a  gordiiiiiiinha.

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